Álcool e longevidade: o que a ciência diz sobre o vinho português
Álcool e longevidade: o que a ciência diz sobre o vinho português Atualizado em julho 2026 · Conteúdo baseado em fontes revistas por pares. Não substitui aconselhamento médico. São nove da noite e a Fernanda serve o jantar como faz há trinta anos. Frango assado, batatas, salada. E a garrafa de tinto que o marido abre todas as noites, como o pai dele fazia, como o avô fazia antes dele. Dois copos, nunca mais do que isso, sem pressa. Quando alguém sugere que talvez devesse beber menos, a resposta é sempre a mesma: "O meu avô bebeu vinho a vida toda e chegou aos 88." Parece um argumento. Parece até um dado. Mas não é nenhuma das duas coisas. A cena repete-se em milhares de casas em Portugal todas as noites. E não é só à mesa de jantar. É na esplanada ao fim da tarde, no almoço de domingo, no churrasco com amigos. O vinho, em Portugal, não é uma bebida. É mobília social. É tão presente que não beber levanta mais perguntas do que beber. E durante décadas a ciência pareci...