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Insónia e ruminação: quando a mente não desliga à noite

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Insónia e ruminação: quando a mente não desliga à noite Atualizado em agosto 2026 · Conteúdo baseado em fontes revistas por pares. Não substitui aconselhamento médico. São duas e treze da manhã. O Pedro está deitado há mais de uma hora. Tem os olhos fechados, a respiração deveria estar calma, mas a cabeça não parou. Começou com o email que não respondeu ao chefe. Saltou para a discussão com a mulher ao jantar. Recuou para uma decisão de trabalho de há três semanas que ainda o incomoda. Avançou para o exame médico do filho marcado para quinta-feira. Voltou ao email. É um ciclo sem saída, uma roda que gira sem produzir nada a não ser mais tensão e mais tempo acordado. Às três e meia desistiu de tentar. Pegou no telemóvel. Abriu o Instagram. Às quatro e vinte adormeceu. Às seis e quarenta o despertador tocou. E começou o dia com o mesmo cansaço com que terminou o anterior, com a diferença de que agora tem também a frustração de não ter conseguido dormir. O Pedro tem 46 anos. Não...

Álcool e longevidade: o que a ciência diz sobre o vinho português

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Álcool e longevidade: o que a ciência diz sobre o vinho português Atualizado em julho 2026 · Conteúdo baseado em fontes revistas por pares. Não substitui aconselhamento médico. São nove da noite e a Fernanda serve o jantar como faz há trinta anos. Frango assado, batatas, salada. E a garrafa de tinto que o marido abre todas as noites, como o pai dele fazia, como o avô fazia antes dele. Dois copos, nunca mais do que isso, sem pressa. Quando alguém sugere que talvez devesse beber menos, a resposta é sempre a mesma: "O meu avô bebeu vinho a vida toda e chegou aos 88." Parece um argumento. Parece até um dado. Mas não é nenhuma das duas coisas. A cena repete-se em milhares de casas em Portugal todas as noites. E não é só à mesa de jantar. É na esplanada ao fim da tarde, no almoço de domingo, no churrasco com amigos. O vinho, em Portugal, não é uma bebida. É mobília social. É tão presente que não beber levanta mais perguntas do que beber. E durante décadas a ciência pareci...

Prevenção do Alzheimer: O Que Podes Fazer Aos 40 Para Reduzir o Risco

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Prevenção do Alzheimer: O Que Podes Fazer Aos 40 Para Reduzir o Risco Atualizado em Julho 2026 · Conteúdo baseado em fontes revistas por pares. Não substitui aconselhamento médico. Vi a minha avó perder-se, aos poucos, dentro da própria casa onde tinha vivido cinquenta anos. Não foi rápido, foi um desaparecimento lento, e o que mais me marcou foi perceber, anos depois, que grande parte do que a levou até ali começou a acontecer décadas antes dos primeiros sintomas aparecerem. É essa a parte que mais me choca sobre o Alzheimer: as alterações no cérebro começam quinze a vinte anos antes de qualquer sintoma visível. O que fazes ou não fazes aos 40 tem um peso real na probabilidade de chegares aos 70 ou 80 com a cabeça inteira, mesmo que hoje pareça um tema distante. Cerca de 40% do risco de Alzheimer está associado a fatores modificáveis do estilo de vida, segundo investigação da comissão internacional sobre demência da revista The Lancet, incluindo controlo da tensão arterial, ...

Barriga Aos 40: Porque a Gordura Muda de Sítio e o Que Funciona

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Barriga Aos 40: Porque a Gordura Muda de Sítio e o Que Funciona Atualizado em Julho 2026 · Conteúdo baseado em fontes revistas por pares. Não substitui aconselhamento médico. Não engordei nos últimos anos, a balança quase não mudou. E ainda assim, as calças que me serviam bem há três anos agora apertam na cintura de um jeito que não apertavam antes. Se isto te soa familiar, não estás a imaginar coisas, e não é falta de força de vontade. É um fenómeno real, biologicamente documentado, que acontece a quase toda a gente nesta década da vida. Passei a vida a ouvir que "peso é peso", que o número na balança é o que importa. Descobri, ao pesquisar para este artigo, que isso é uma meia verdade perigosa: onde o corpo guarda a gordura importa tanto ou mais do que quanto guarda, e é precisamente essa distribuição que muda depois dos 40. A gordura tende a concentrar-se mais na zona abdominal a partir dos 40 devido a alterações hormonais (queda de estrogénio nas mulheres, queda...

Tensão Arterial Alta: O Que Realmente a Baixa Sem Medicação

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Tensão Arterial Alta: O Que Realmente a Baixa Sem Medicação Atualizado em Julho 2026 · Conteúdo baseado em fontes revistas por pares. Não substitui aconselhamento médico. A minha sogra baixou a tensão de forma tão visível com mudanças simples que o próprio médico ficou surpreendido na consulta seguinte. Não parou a medicação sozinha, o ajuste foi feito com acompanhamento, mas o que ela mudou em casa teve um peso real nesse resultado. As intervenções não farmacológicas com mais evidência para baixar a tensão arterial são a redução de sódio, o aumento de potássio na alimentação, a prática regular de exercício, a perda de peso quando há excesso, e a redução do álcool. Combinadas, podem reduzir a tensão sistólica entre 10 a 15 mmHg em muitas pessoas, um efeito comparável ao de alguns medicamentos, mas nunca devem substituir o tratamento prescrito sem orientação médica direta. Transparência: este artigo contém links de afiliado. Se comprares através deles, o blog recebe uma peque...